Puxa vida, quanto tempo sem postar nada!!! Desculpem leitores, mas a vida de pais de dois filhos e também trabalhadores, não é assim tão fácil... É verdade que não é uma dificuldade enooorme como pode parecer aos olhos de quem não tem filhos, na realidade a felicidade gerada é maior que a dificuldade. Mas não sobra tanto tempo livre para blogar, rs...Nesse tempo que ficamos sem escrever, o menino João se desenvolveu loucamente. Agora não fica mais deitado de barriga pra cima, assim que o colocamos deitado ele já se vira de bruços, querendo logo mais começar a minhocar por aí.
Mesmo voltando a trabalhar consegui manter a amamentação exclusiva, ordenhando leite toda noite para deixar para o dia seguinte, mas principalmente voltando pra casa no meio do expediente para amamentar meu pequeno e voltar ao trabalho. É claro que foi cansativo, mas garanto a vocês que valeu muito a pena!!! Dessa forma garantimos esse início de vida do meu bebê com o que há de mais saudável para ele, o aleitamento materno.
Sem contar o vínculo que criamos entre nós, que só uma mãe que amamenta sabe do que estou falando.Aliás, o pequeno do alto de seus 5 meses já começou a experimentar sons associados a intenção de fala. Acredite se quiser, eu mesma custei a acreditar no começo, mas não tem como negar. Quando está no carrinho ou no edredon no chão e se cansou, começa a choramingar pedindo colo. Se eu estou por perto a "palavra" que acompanha o choro é "mãmãmãmã" mas se é a avó que está por ali ele "fala" algo parecido com "bóbóbó". Incrível!!!!
E a menina Teresa.... Está a cada dia mais apaixonada pelo irmão. Fala pra ele "Ai, eu amo esse menino de paixão! Cadê esse menino bonito? Olha a irmã, a irmã chegou!" e por aí vai... Agora que ele já responde a suas brincadeiras está ainda mais encantada por ele. Agora mesmo me falou "Mãe, ele faz tudo igual eu. Eu falei "ah" e ele falou "ah", eu fiz coceguinhas e ele riu... Ele faz tudo!".
A última brincadeira deles é: ela fica pulando e gritando na frente dele, e ele, no colo de alguém, também grita e pula. É o maior barato, ele fica eufórico, quando ela começa pensamos que ele vai se assustar, não vai gostar, vai chorar... Que nada, o menino começa a gritar igualzinho, no mesmo tom agudo que ela - tem horas que eu não sei de quem é o grito - gargalhar e pular, radiante com a companhia de uma irmã tão amiga. Uma delícia!
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